sexta-feira, 7 de outubro de 2011

O Pobre, segundo Mkmouse



Taí um tema atual, onde cabe uma pergunta:

- Você sabe o que é ser pobre?

Pois é, a resposta para esta questão pode ser surpreendente.

Para começar vamos definir o que é um pobre.

Por princípio todo pobre é antes de tudo um parasita contumaz, sobrevive parasitando a sociedade que faz parte, a família que é sua e a dos outros e até mesmo pessoas, individualidades, e as coisas mais estranhas que possa existir.

Para ser um pobre você precisa ter os seus direitos garantidos a qualquer preço e você (o pobre) sempre lembrará a todos este detalhe da lei.

Para ser um pobre você não pode ter obrigações a cumprir, quem tem são os outros ou o estado, você (o pobre) sempre esquecerá de falar sobre as suas obrigações não cumpridas, mas sempre lembrará de apontar o não cumprimento das obrigações em outras pessoas e por parte do estado (sociedade).

Todo pobre acha que a sociedade é a culpada das suas desventuras e por isso merece indenização, para ele a sociedade faz tudo o que pode para vê-lo sofrer, ou roubar-lhes os seus direitos.

Todo pobre acha que é a sociedade que tem que educar os seus filhos e não eles, os pais, no entanto fazer filho é a sua obrigação, cuidar deles é obrigação da sociedade, do estado.


Todo pobre tem como alvo a vantagem, ele não fará nada sem que haja com isso algum lucro ou vantagem para para ele, ele morrerá de inanição (isso é culpa da sociedade malvada) mas não fará nada que não seja para o seu proveito próprio e exclusivo.

Todo pobre tem como escopo principal viver às custas da sociedade em que está inserido e nada produz para melhorá-la porque isso não é um problema dele e sim da sociedade e seus dirigentes incompetentes (esquece-se que foi ele mesmo quem os colocou lá pela força do seu voto).

Um pobre acha que tudo o que existe é dele ou é para ele, desde que seja lucro ou vantagem, acha que todo os que conseguiram sucesso na vida, são ladrões ou criminosos, corruptos ou corruptores e não consegue conceber que alguém possa ter sucesso na vida simplesmente trabalhando com honestidade.

Existem três tipos de pobres, os disfarçados, os políticos e os assumidos.


Um pobre assumido é aquele que vive às custas dos outros, ou do estado, e nada dá em troca por isso (não trabalha) e não faz nenhuma questão de esconder o fato pois isso é um direto seu garantido pelo estado.

Um pobre político (não confundir com “pobre político!”) é aquele que vive às custas dos outros, da sociedade ou de classes de trabalhadores e ainda a prejudica o corpo que o nutre, sempre, para ter um lucro maior, uma vantagem mais expressiva, ou a imunidade política que o isenta do cumprimento da lei em face aos seus crimes, sejam eles quais forem, antes, durante e após o seu mandato, ou período de “trabalho” (a palavra trabalho, para eles tem apenas um significado semântico ou é (para os que sabem ler e escrever) apenas mais um verbete em um dicionário qualquer), tempo este que usa demagógica e falsamente em seus discursos moralistas.

Um pobre disfarçado é todo aquele que procura um emprego (isso faz com que ele se pareça com uma pessoa de bem e honesta) mas nenhum serve para ele, pois ele não é um escravo de nada nem de ninguém; quando uma criatura desta consegue um emprego, em menos de um mês já está reclamando do salario, do serviço, dos colegas de trabalho e assim que a sua carteira de trabalho é assinada, na primeira oportunidade, ele sai da empresa e a processa pelo primeiro motivo que lhe vier à cabeça ou à cabeça do advogado (de merda) que ele conhece e é do seu sindicato (este tipo de pobre é sempre sindicalizado) e que ele disse que ele estava sendo explorado por isso ele (o advogado, sindicalista ou não) iria ajudá-lo no processo para ressarci-lo de suas perdas físicas e morais; este tipo de pobre sobrevive explorando as empresas que o emprega e às custas do salario desemprego pago pelo estado.

Você que reconhecer um rico?

Olhe os seus frutos, pois o rico é sempre como uma arvore que dá bons frutos, pessoas ricas existem em qualquer lugar, podem viver em palácios esplendorosos ou ter como cama a superfície deste planeta e como cobertor as estrelas que o rodeia.

Você que reconhecer um pobre?

Então não procure por frutos, eles não dão frutos e quando dão não são bons frutos, todo pobre é como a erva daninha, aparecem em qualquer lugar desde que o solo seja bom para a sua vida e mesmo que para isso precise destruir todas as outras vidas que não podem lhe dar o sustento que eles se julgam merecedores.

Eu pessoalmente não gosto de políticos, acho que a política é a coisa mais inútil e desprezível que existe no universo da criação, acho que político bom é politico morto, no entanto devo reconhecer que pode (isso é só teoricamente possível) existir algum que sirva para alguma coisa além de ser a mais completa inutilidade, é, isso é possível, mas sinceramente não consigo ver nenhum hoje em dia; no entanto, mais desprezível ainda é o pobre, esta desgraça que até morta dá trabalho e ônus aos honestos e lucro, muito lucro, aos desonestos.


Ha mais uma coisa que preciso esclarecer sobre o tema.

O “ser um pobre” não é e nunca foi um sinônimo de pobreza física ou seja: não ter posses, dinheiro ou poder.

Ser pobre é se encaixar em alguma das igualdades que já expus anteriormente, é ser um parasita, é ser um incompetente na função que exerce e nela continuar tralhando (isso é só semântica, incompetentes não criam nada mas destroem o que de bom já existe) e se rodeiam de criaturas mais inexpressivas ainda para os auxiliar na deterioração de tudo aquilo que realmente funciona e é bom para a sociedade.

Agora vou definir um conceito primitivo:


- Todo pobre, sem exceções, não trabalha a não ser para o contentamento de seu próprio ego, é acima de tudo é um parasita, é um vagabundo, é um inútil, para a sociedade e para a vida, uma criatura que pode ser substituída por qualquer coisa honesta que exista no universo sem que haja algum prejuízo à sociedade que está infelizmente incluído, e, só terá alguma utilidade para a natureza quando morrer, pois aí sim será apenas o que sempre foi um adubo para vegetais.

É só depois da morte que políticos, pobres e congêneres tem alguma utilidade real e verdadeira.


As ilustrações acima foram retiradas do filme 2001 Uma Odisseia no Espaço.

Mkmouse

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