terça-feira, 8 de setembro de 2009

Os Relativismos da Verdade Única

Medir e Comparar para então Avaliar e por fim Rotular, eis aí o ponto de partida para todas as Ações.

Está aí a linha mestra do pensamento humano.


Animal, não!?












É...

Infelizmente uma realidade.

Não importa as palavras usadas, os substantivos, os verbos, os adjetivos e outros nomes mais que possam ser inventados para identificar a ação da criatura em seu mundo, sempre será na sua forma mais reduzida, simples, um Medir, um Comparar, um Avaliar, um Rotular e o Agir, o resto é semântica, enrolação, enganação, sofisma ou, política.

Então a pergunta explode:

- E qual é o problema em deste modo viver, se é universal para o homem assim agir?

E a resposta é:

Nenhum!

- O Rato ficou biruta, entrou para o rol do “Samba do Crioulo Doido”.

É o que certamente ficaram a pensar aqueles cujos olhos ora me emprestam.

Mas é isso mesmo.

Nenhum...!

Nenhum problema há em assim ser se os ditames (leis, parâmetros) a serem seguidos como padrão seja os fornecidos pela nossa querida Mãe Natureza, como o é para os bichinhos (não os bípedes implumes) e as plantinhas cá da Terra, mas muitos serão os problemas se os ditames a serem seguidos forem os impostos pelo homem e não os que naturalmente já existem para serem seguidos pela vida animada ou não nesta Esfera Azul.

É aí que a roda pega.

O Homem pensando ser Deus sempre faz o que quer.

O que na realidade tem valor para esta espécie são os interesses seus e os mais imediatos,estão acostumados desde a caverna a serem os deuses de tudo, mesmo quando projetam as suas ambições em entes supranaturais cuja existência sempre soa mais que fantasmagórica à luz da mais simples das análises que mesmo uma Ameba poderia vir a produzir, mas que a propaganda (paga e regiamente) transforma na realidade do vulgo no seu quotidiano mais intimo, e é esta propaganda que metamorfoseia a desgraça de muitos em um investimento muito lucrativo para uns poucos.

Por isso o problema desta linha mestra de pensamento não está nela em si mas, nas leis que toma como verdadeiras para a Medição e para a Comparação, está no grau que se impõe para (e na) Avaliação, está nos princípios básicos da Rotulação que via de regra são anti naturais ou espúrios e por fim, este acúmulo de erros explode em uma Ação que sempre traz malefícios para toda a massa envolvida no evento ou engolfada pelo mesmo, mas não para os que (a minoria organizada, normalmente detentora do apoio incondicional das massas) trabalharam para isso com afinco (anonimamente) sempre em causa própria e sempre na defesa de seus minúsculos valores.

Desde as cavernas que o homem vem sofismando as leis da natureza em favor de causas inconfessáveis, não é de hoje que a mentira assume os púlpitos e palanques sem que a verdade sequer tome qualquer atitude contra o estupro que sofre o que nem sempre é por covardia não, na maioria das vezes é simplesmente por preguiça, por comodismo ou acomodação a uma coação ou ainda, por pura, simples e banal indiferença.

E sabem da maior?

Eu não me surpreenderia nem um pouco se de uma hora para a outra viesse a ouvir ou ler que o famigerado inferno é verdadeiramente o céu, “que foi tudo uma mentira pregada pelos verdadeiros anjos caídos” e a julgar pelo atual andar da carruagem, posso até ver a estampa de uma futura manchete, em um amanhã qualquer não tão distante:

“Extra... Extra... Extra...”
“Foi desmascarada a maior mentira de todos os tempos...”
“...A maior de todas as verdades veio à tona...”
“O anjo caído não foi Lúcifer (O Portador da Luz) como há muito se apregoa mas sim,... Deus.”














É...

É tudo uma questão de Marketing, de propaganda.

É tudo uma questão de quem pode pavonear seus interesses mais e melhor,

É tudo uma questão do grau de ignorância do alvo da publicidade: o vulgo, o povo, a plebe a massa de manobra, os trabalhadores, os camaradas, os patriotas ou seja lá qual for o nome dado à coisa conhecida como Povo.

Povo este cujo grau de abestalhamento tem atingido valores astronômicos.

Povo cuja fome por ignorância é avassaladoramente grande e vem sendo levada para o absolutamente insaciável.













Esta fome por ignorância tem sido alimentada ciosamente em todas as áreas do conhecimento humano desde que não afete os interesses daquilo que é o “topo da cadeia alimentar” de uma maneira crescente e geométrica, assustadoramente veloz nestes últimos tempos e em especial nas terras onde a liberdade e a democracia plena correm, campeiam soltas, livres e saltitantes.

Posso até ver a cena que está por vir (só não sei qual será o substantivo usado):


“Ave, ____ !”
“Aqueles que vão morrer, te saúdam.”






quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Um Ano Depois...





Era uma quarta feira, 6 agosto de 2008, às 14:30 h eu postava o primeiro texto no Blogue do Rato.






E No Princípio Era...

Assim comecei este blogue.


E o Rato Dorme.

Já na segunda publicação, falo do sonho “Um Rato, na sua fugaz e efêmera vida, desconhecendo a escuridão, a esperar pela luz do dia.”


Olha só...

Aqui falo do que a natureza acha sobre o que o Homem pensa “Abelhas e besouros podem voar porque não sabem nada sobre a técnica, o princípio, do vôo e não estão nem aí para o que os homens possam pensar a respeito.”


Liberdade

Eis que aponto a face da liberdade “A Liberdade dos homens da ao vencedor os despojos e as honras, ao derrotado a dureza das leis vencedoras, a frieza e o oportunismo dos interesses vitoriosos, condena-os uma condição miserável, dá-lhes por fim a escravidão, ou, lhes impõe uma submissão vil, abjeta, servil e colonial.”


A luz do Buraco Negro.

Escrevendo sobre o LHC “Até este miserável roedor aprendeu (pasmem... em uma escola do estado (parece piada né?)) que para se criar um buraco negro é necessário uma pressão gravitacional só conseguida no âmago de estrelas muito específicas e sob condições muito peculiares o que por fim pode ser matematicamente previsto, uma vez encontrada a dita e propícia estrela em qualquer que seja o tempo, desde que ainda seja uma Estrela e não um “Horizonte dos Eventos”..”


Manhã de Sexta feira

Como o título diz: “Lá fora o sol rompe uma tênue neblina (ou será poluição?) e ilumina, como deveria ser, o palácio e o casebre com uma igualdade divina.”


Quem foi que eu escolhi?

Falando de eleições “No final das contas, quem foi que eu realmente elegi desta vez?”


O Novo Dólar Furado – Um Bang-Bang quase à Italiana.

A aparente surpresa da crise “Os EUA estão falidos, quebrados, não tem lastro para o resgate dos seus dólares que estão espalhados pelo mundo e está dando o calote nos povos desavisados, ignorantes, e com a conivência de seus respectivos governos, o que me parece muito pouco honesto para com o povo que dizem representar. “


A Aparente Lógica do Hoje

Escrevo sobre a manipulação da lei e do crime “Hoje, um delegado continua sendo um delegado, a polícia continua sendo a polícia e pode parecer que como a lei nada mudou, mas mudou, ambos os três são também massa de manobra não só politico-social como também comercial.”


Manhã de Carnaval

O fim de uma eleição “Manhã, tão bonita manhã “...


Ensaio

Uma homenagem a um programa da TV Cultura empresa da Fundação Padre Anchieta.


20 10 Contar

Aí “Sabem, hoje amanheci com vontade de falar mole para ninar bovinos.”


Ratatouille

Aqui mostro que este Rato não só gosta de comer, mas também conhece receitas!


Cantiga para Ninar e Recordar

Ratos Também tem passado, saudades etc...


Um Verdadeiro Dia de Natal

A verdade sobre a data “É a data mais separatista, hipócrita e egoísta do ano todo.”


Treze Tics, Um Clic e doze Tacs

O que pode acontecer entre um tic e um tac “Há quase quatro anos que eram assim as últimas horas em um acampamento.”


O Maior Problema do Mundo

Aqui eu conheci o maior problema do mundo


Antes e Depois de Babel

Babel, o beneficio do caos “Antes de Babel a arrogância de todos levou a extinção a alguns”


Eu Tentei...

Eu tentei não falar de política, mas...


Os Dilemas de Um Rato

Marco o momento de uma transição “d-) E finalmente não estou pagando nada (quando pago o valor está dentro das minhas expectativas e posses) para continuar fazendo o de sempre e além, finalmente estou evoluindo, crescendo, indo para algum lugar.”


Títeres a Titerear

Escrevo sobre o domínio da ignorância na cultura mundial “Eu vos afirmo, a ignorância é insaciável mas o conhecimento não.”


Uma Apologia à Hipocrisia Internacional

Critico as decisões hipócritas deste mundo civilizado.


A Queimada (adaptação Livre)

Associo o poema em epígrafe a uma catástrofe nuclear.


O Por Quê... do Rato

Exponho o motivo da opção pelo roedor e homenageio as mães que já partiram.

E o Rato Vai ao Cinema

Faço a minha crítica ao hoje último filme da série Jornada nas Estrelas


O Que foi que Mudou.

Critico a inversão dos valore humanos nos dias de hoje “A natureza não premia o erro como soe acontecer entre os humanos, errar na natureza significa a extinção, via de regra sumária, do agente que está fora dos parâmetros naturais do meio em que vive, seja ele qual for.”


******


Vinte e seis tópicos e doze meses depois segue a questão...

O que é um Blogue?

…

Bem...

Ainda não descobri, mas certamente vou, só não sei quando.


Enquanto isso não acontece, dou mais um passo em direção ao futuro, inauguro um novo ano de postagens e como um pedaço do meu bolinho virtual para o qual convido todos os que tiveram a bondade de seguir-me.







Minie, MkMouse e o seu bolinho

sexta-feira, 3 de julho de 2009

O que foi que mudou?

.

O louco dinamarquês, em um de seus solilóquios, questionava apenas o seu próprio e restrito mundo pessoal.

O maquiavelismo pertinente ao seu sombrio e pedregoso mundo, sobrepujava torpezas não menores de um mundo muito maior que o reino de seu morto pai e ora não seu, mas de seu vivo tio.


As vilanias ocorridas em um pequeno feudo, mesmo que tidas e havidas como fictícias, rendeu um ribombante texto que até nos dias de hoje é, apesar de ser uma enorme tragédia familiar, um sucesso literário.


Aí o Rato pergunta...


O que foi que mudou daquele medievalístico tempo para cá, tempos de matrix?


Posso eu ver no decorrer dos séculos a ficção e a realidade tornar-se una?


Seria por acaso apenas o cenário, cujas linhas retas tornaram-se circular e que os dois planos, o vertical e o horizontal a oscilar em tons de negro e cinza houveram metamorfosear-se em apenas uma esfera de superfície brilhante, multicolorida?


Não seria por ventura apenas os personagens que uma vez idos de volta ao pó e não como a Fênix dele tenham assim ressurgidos em outras vestimentas, em outros tempos?


O conluio das hipóteses não seria o mais correto, viável?


Seria então apenas a universalização do palco em uma diversidade tão espantosa de atores e contos que concomitantemente e a cada um de-per-si cabe interpretar a sua parte, seu próprio conto em um conto maior em meio a infinitas outras partes, uma representação diuturna interminável, regida ao ritmo infernal de gritos, murmúrios, gestos, lágrimas, sorrisos, ranger de dentes, alegrias, tristezas, nascimentos... Mortes?



Era procedente o problema em que se empenhava o infeliz príncipe.


Ser ou não ser...


Definitivamente esta é a questão posto que hoje em dia nem ser, nem não ser é a posição!


Seja qual for o posicionamento atual do Eu, nos dias de hoje nada mudou em relação os dias de outrora a não ser as aparências, a semântica, o significado do supérfluo e a contagem do tempo; no demais, predadores continuam predadores e o restante continua sendo a massa, o rebanho, os produtivos escravos, somente fonte de proventos para o predador alfa.


Mas a aparência...


Ah... Esta sim, como mudou!


Houve tempos e lugares em que se olhando, raramente haveria qualquer confusão na distinção entre o bem e o mal e o homem honrado, seguia por caminhos claros e a sua aparência o seu semblante, revelava o seu caráter, a sua nobreza mesmo quando tinha por morada uma humilde e distante choça megalítica.


A fala e a escrita também estiveram e estão a cambiar, o que é natural!


Houve tempos em que ouvindo a fala de uma pessoa mesmo que iletrada, era quase impossível confundir as boas e as más falas ou escritas, pois eram estes oradores, escribas, orientados por princípios de ética e moral inatacáveis, sensatos e perfeitamente claros a todos e sem sofismas, senão quando a retórica assim o pedisse em nome da arte da fala e da escrita aí, o sofisma ensinava o homem, mas não o corrompia.


E as prioridades morais do ontem que já não mais são as prioridades morais do hoje e se evolução o foi, esta é de um caráter muito tendencioso ao espúrio, ao vulgar, ao frívolo e ao inconseqüente.


Houve tempos em que o homem dava ao homem o valor que lhe era natural, o homem era conhecido e valorizado por seus atos não por sua aparência, berço, título, retórica ou ainda, posses.


Hoje o valor do homem está no supérfluo que possui, que produz, nos títulos que tem e no pedigree que lhe é próprio mesmo que forjado visto não ter, o individuo de hoje, nenhuma outra prova ou qualificação da sua idoneidade de caráter e de lastro cultural, cultura esta que quando proclamada pode nos dias de hoje ter sido comprada sob o sol descaradamente, sem nenhum pudor por parte dos envolvidos no vil negócio.


Enfim, quanto mais supérfluo for o individuo, mais supérfluos possuir ou ainda puder destilar maior será o seu valor na sociedade, neste maravilhoso mundo novo.


É...


Já houve tempos no entanto, hoje é o tempo e neste hiato o que mudou alem do fugaz agora?


Mesmo por que o agora nada mais é que a linha geométrica separadora dos planos, também geométricos, que são o passado e o futuro.


Não creio que nem mesmo que aquilo que ha de mais abominável dentro do homem tenha se alterado nem para menos nem para mais.


Receio, isto sim, que no processo de "crescei, multiplicai e enchei a Terra" um gene que originalmente era recessivo se tornou ou está se tornando dominante.


Genética!


Filosoficamente falando (escrevendo no presente caso), temos aí uma manipulação da genética do Eu, tanto do Eu individual como do Eu coletivo.


O que me preocupa é que esta manipulação não está me parecendo natural, temo que esta modificação esteja sendo feita pelo homem e isto, se assim o for, certamente não trará consigo um final agradável para ninguém.


As coisas de origem natural criam processos outros, concomitantemente ao processo de criação, que no contexto geral leva ao equilíbrio entre as partes envolvidas, quando algo não acontece de forma espontânea ou, este evento natural sofre interferência extranatural, não há uma contra partida equivalente no processo da mutação, originando-se aí um desequilíbrio entre as partes que fatalmente será corrigido pela mãe natureza no decorrer do tempo pertinente ao processo, quer o homem queira ou não.


O ônus desta correção certamente estará fora do controle humano.


A natureza não premia o erro como soe acontecer entre os humanos, errar na natureza significa a extinção, via de regra sumária, do agente que está fora dos parâmetros naturais do meio em que vive, seja ele qual for.


Em assim sendo, esta inversão total de valores humanos que vem ocorrendo no planeta e em uma progressão geométrica, quase astronômica, não terá um desfecho feliz para ninguém, nem para os elementos componentes da massa, que pelos princípios da relação social dominante são perfeitamente dispensáveis, nem para o predador e sua prole que na mesma relação são os elementos indispensáveis que a sociedade deve proteger a qualquer preço.


É a espécie humana que vai arcar com o ônus da correção e certamente haverá dor e ranger de dentes mais que suficientes para todos desta esfera e pelo andar da carruagem, tempos há de vir em que se procurará a morte para o refrigério do corpo, da alma, do espírito e ela não será encontrada na Terra nem fora dela.


Ainda bem que o que foi criado no princípio não sofre aumento nem diminuição, no máximo se transforma, cresce ou diminui no espaço que ocupa, podendo também ser cíclico no tempo em que esta inserido; por isso esta faze, este pesadelo, fatalmente irá passar e extinguir-se no decorrer do tempo que lhe é próprio.


O que lamento é o sofrimento desnecessário causado aos inocentes úteis decorrentes da primazia que se dá sobre qualquer coisa, inclusive sobre vidas humanas, para a ganância de uns poucos, os interesses de minorias espúrias e anônimas e a um egoísmo individualista e mundano.


Estas primazias são facetas, características, um legado do primitivismo moral da espécie humana, que insurretas à evolução da raça se que alimentam da ignorância, da incompetência pública ou privada, da irresponsabilidade estatal ou não e de crimes que beiram a barbárie, primazias estas deveriam ser no máximo, ultrapassando todas as hipóteses possíveis, recessivas no caráter do individuo integrante de uma civilização que se autoproclama "Humana".


terça-feira, 2 de junho de 2009

E o Rato vai ao Cinema

.

Eu vi o último filme da Star Trek.

Por motivos que me são próprios, não o pude ver na "telona", mas nas minhas telinhas deu para ver.

E sabem?

Não gostei do que vi.

Eu esperava muito mais que simples efeitos especiais por parte da Paramount, eu esperava um enredo, um filme nos moldes da série onde não só a ordem, a honra e a lei eram respeitados, mas também as raças alienígenas recebiam o devido respeito a despeito do que possam ser ou fazer em relação aos costumes abraçados pelos mocinhos da fita.

Eu esperava muito mais da Paramount que um simples enlatado americano para fazer dinheiro fácil mediante uma maciça propaganda em cima dos fans, que por sinal são muitos sobre a Terra.

O que vi, considerei um insulto.

Eu vi o desrespeito à lei e à ordem, uma história que sinceramente por mais que me esforce não tem pé nem cabeça, resume-se apenas em um ronulano maluco a destruir planetas (e com eles as criaturas ali existentes) só porque Spock não salvou o planeta dele da extinção e um bando de aventureiros tirando idéias do mais absoluto nada a enfrenta-lo culminando em um final mais que previsto, com a vantagem de não ser definitivo quanto á destruição do romulano maluco abrindo aí, infelizmente, uma brecha para mais uma aparição deste tema.

Este roteiro infeliz lembrou-se do inseto que se enfiava em infelizes tripulantes como tortura, mas não se lembrou do episódio, ou nem sabia que o tema era recorrente, onde um planeta à beira da extinção pela explosão de uma Nova, mandava os seus habitantes para outros lugares no tempo e no espaço. (Kirk, Spock e McCoy estavam lá)

A história é ruim a tal ponto de esquecerem-se que o Romulano em causa era um viajante do tempo e que o mais lógico (romulanos são aparentados com vulcanos e tem comum o raciocínio) seria tentar evitar a catástrofe do que vingar-se e no passado, sobre povos que nada tinha a ver com a falta de imaginação do criador do roteiro.

É tão ruim o enredo que precisamos imaginar um povo altamente evoluído, mas com uma moral (para os nossos padrões) muito baixa em busca de vingança e com o poder de viajar no tempo, perdendo o seu tempo destruindo coisas que nada tinham a haver com o seu alvo, que por sinal e apesar de conhecê-lo, não o sabia como localiza-lo; o sr. Spock especificamente.

Será que este roteirista não sabia que vulcanos são lógicos e que emoção não faz parte da sua personalidade, logo vingança não tem nenhum significado para um vulcano maior que um ato ilógico e irracional?

O fato de ser Spock meio vulcano é irrelevante, pois o povo de vulcano é vulcano apenas isso.

Enfim, o roteiro transformou todos os vulcanos em criaturas com emoções, transformou o Capitão Kirk em um moleque inconseqüente, irresponsável e aventureiro, transformou a Federação dos Planetas em um bando de palhaços que pensam que mandam em alguma coisa, manchou a reputação da Academia da Frota Estelar com as tintas da incompetência acadêmica e disciplinar e enfim mostrou ao mundo que uma nave estelar (da Federação) pode ser comandada por qualquer um seja ele quem ou o que for, desde que seja alguém ou sei lá o que, com um nome famoso.

Esse filme parece que foi feito ou tramado por intelectuais e políticos brasileiros, os adjetivos que escrevi no parágrafo anterior faz parte hoje de nosso cotidiano mais vulgar em todas as áreas desta nação.

Se os engendradores desta perfídia em forma de filme, tinham como objetivo abrir novas e saudáveis perspectivas para uma provável continuação da série, e não financeiras apenas, falharam redondamente mas, se os objetivos foram apenas financeiros (e a possibilidade de dar certo eu acho muito grande) gostaria eu e sinceramente, que não venha a se concretizar e que seja um fracasso na mesma medida que é pobre e mesquinha a trama.

A existência de um Universo sem lógica só existe em mentes megalíticas de ignóbeis criaturas e foi para esse Universo a porta que este filme abriu.

É compreensível o meu, o seu, ou o nosso não entendimento das coisas do Universo, mas o que é inadmissível é afirmarmos (o que o filme o faz) que por não ser possível a compreensão humana o Universo é um caos e por isso aceita qualquer coisa ou idéia.

O que a série, que é uma ficção científica, sempre mostrou foi que o Universo tem leis que tem por hábito ultrapassar os parâmetros de compreensão da criatura e estas leis não podem, simplesmente não podem nem tem como serem violadas.

A série mostrou também o que pode ser feito pelo engenho humano ou não, mostrou que só é possível crescer, até mesmo ao infinito chegar, com o tempo e mediante um esforço, individual ou coletivo, conjugado ao aprendizado e à cooperação inter racial.

Na maneira de ver deste Rato este novo filme da Star Trek, é uma grande decepção, é apelativo, é uma apologia à irresponsabilidade se não ao crime, não diz nada nem acrescenta nada de novo além de ser mais um filme na relação de filmes já existentes.

Star Trek The Future Begins, é apenas mais um filme de ficção e só.

domingo, 10 de maio de 2009

O Por Que?... Do Rato.


Ha alguns dias foi-me feito algumas perguntas:

- Porque um rato?

- Porque "Um Rato No Meio Do Mundo"?

- O que isso significa?


O questionamento se justifica, visto que no mundo estas criaturinhas estão associadas a eventos desastrosos para a espécie humana e em assim sendo, associar a sua figura a um elemento desta ordem em primeira vista, não é levar as pessoas a uma boa imagem.

Por outro lado estes mamíferos se deram muito bem nas telas do cinemas, na telinha do televisor e no mundo da literatura em especial nos quadrinhos, mas este é um mundo fantástico, um mundo de fantasia, um mundo de sonhos bons e ruins, haja visto o sucesso de filmes onde "o lado negro da força" se manifesta e é o protagonista principal das ações que além de sempre se mostrar como sendo eterno, é aceito pelos bípedes implumes como tal!

Mas, mesmo no mundo do faz-de-conta a criatura em epígrafe quando não é o "mocinho" da história, faz a sua aparição quase sempre em meio a escuridão ou à penumbra, em meio ao medo ou ao suspense e por aparentemente ter uma vida em mundos cavernosos é sempre ligado ao lado mau ou ruim da vida o que ao final das contas não é tão irreal, tão inverídico assim.




O que não se leva em conta, e quase sempre, é que há muitos tipos de "Ratos".




Está aí uma vida que além de ser prolífera por natureza, é também na natureza prolífera em formas e espécies alem de possuir uma extrema adaptabilidade e mesmo assim ser tão frágil como o homem o é.

Não tem a longevidade dos quelônios e a descendência dinossáurica das aves, não carrega consigo a forma pré-histórica quase imutável pelos milênios dos crocodilos, tubarões e grandes lagartos. nem tem também o "DNA" da quase indestrutibilidade, tão presente nos insetos e nas bactérias.

Um rato, é apenas um rato, um simples roedor que quando vivo é o prato predileto de quase todos os predadores do planeta Terra e depois de morto, assim como toda a vida deste mundo, um banquete para vermes e porque não, para bactérias!

Os ratos podem carregar a pestilência que dizimaria a vida humana, mas a ironia da vida se manifesta no tema, um dos responsáveis pela existência sadia do homem moderno é também o Rato.

É...

O Rato...







Aquela miserável criaturinha que sem ser consultada quanto a ser uma cobaia, o é por imposição dos homens e só para a estes dar a cura de uma doença, ou a doença que matará os seus inimigos humanos ou não.




Eu não me lembro de nenhum rato, símio, suíno, seja lá qual for a vida animal ou vegetal que possa ser apontada, menos a humana, que tenha voluntariamente aceito a idéia de ser uma cobaia para as experiências dos homens onde quer que seja.

Mesmo o homem que sujeita-se a este voluntariado o faz senão por mesquinhez, na maioria esmagadora das vezes por nada mais ter a perder mas provavelmente algo a ganhar e raramente, muito raramente mesmo, por simples e mero altruísmo, amor e respeito à vida que não a dele próprio.

Como puderam ver pelo texto que passou, a opção pela figura do Rato se justifica na associação deste roedor e as características já ditadas, à idéia da vida como realidade e fantasia.

Se justifica pela sua quase onipresença no planeta, fato este que só pôde ser consumado graças a interferência humana nos ditames da natureza, na sua real onipresença no mundo dos homens onde a artificialidade da vida criou os mais estranhos espécimens de Ratos, Ratos estes que jamais existiriam na natureza se o homem não existisse.

Foi o homem e sua imensa ignorância que criou e mantém vivo, o "Rato de esgoto" que quando criatura e viva carrega consigo toda a pestilência de uma cloaca infernal mas, quando metáfora além desta carga ainda trás consigo todo o veneno que pode a raça humana destilar e conceber até o inimaginável.

De todas as espécies vivas ou não neste planeta só esta, desde que metáfora, pode extinguir a espécie humana definitivamente e é bem capaz de extinguir a vida em todo o universo da criação.

Esta desprezível criatura, o Rato, por estar em todos os lugares tudo vê, desde as alegrias às tristezas, vê o amor e o desamor, vê a beleza e o horror, vê o homem nu e não é por este sequer notado.

Por ser a caça é arisco, aprende com os erros dos outros, só aparece onde é bem vindo e raramente é visto a vagar ou a estar onde não devia, discreto e silencioso vê e ouve tudo e por estar sempre junto ao homem conhece-o mais que ele a ele próprio.



Enquanto o homem se vangloria de suas honras, glórias e poderes ele, o Rato, fica feliz em saber que conseguiu ver um novo dia nascer e enquanto o homem desafia a natureza e a vida ele, como todos os outros animais se unem à natureza de que são parte, vivem e protegem com intensidade a vida, esta dádiva divina.


Enquanto os homens, cegos, vêm a vida com os olhos dos sete pecados capitais, os animais vêm a mesma vida com os olhos da física, da lógica, do social e do amor (animais sociáveis não fazem política social, vivem muito bem e naturalmente em sua sociedade).

Macacos gordos não se penduram em galhos finos, qualquer macaco sabe disso e isso é física.

Se não é comestível e não é perigoso a minha vida deve ser deixado de lado sem ser importunado, no entanto se for comestível e eu não estiver com fome devo saber sempre onde está e isso é lógica.

Se você é filhote ou parente, faz parte do meu grupo, eu gosto de você e te ajudarei e isso é o social, é o amor.

A escolha do Rato se faz enfim por todas estas circunstâncias, similaridades, peculiaridades, pela realidade fantástica do dia-a-dia de tudo e de todos, pela interdependência entre as coisas da vida e pela independência da vida na criação das coisas.

Poderia eu ter optado por qualquer outra vida ou coisa cuja a singularidade da existência a tornasse quase invisível, tão natural em meio a tudo e a todos que imperceptível chegasse ao bem e ao mal, ao belo e ao feio, chegasse ao meio do mundo, na origem das coisas.

Mas minha opção foi pelo Rato, que quer seja fabuloso ou real chega ao meio do mundo sem ser visto e pode por isso contar o que ninguém viu ou ouviu, graças à sua multiplicidade de habitats pode falar dos temas mais diversos, visto que mesmo quando visível muito poucos humanos mas, muito poucos mesmo podem vê-lo, menos ainda são aqueles que podem ouvi-lo quando fala ou, o que é mais raro ainda, podem entender o que ele escreve, quando o faz.

A vida de um Rato é um eterno sobreviver por mais um dia, normalmente mostrando o óbvio, falando no deserto durante o dia sobre a beleza de um céu estrelado e de uma noite enluarada para para uma areia quente e morta, para um vento que passa lépido, para uma furtiva e sorrateira miragem. À noite para as solitárias, moucas e disformes sombras como também ao frio cortante, conta como é a beleza que é um dia cálido e ensolarado, descreve as maravilhosas e magníficas cores da vida.

Por fim, é ele que sempre atento aos perigos da vida que o rodeia, faz-se também uma sentinela e com a maneira que é peculiar à espécie e ao meio em que vive dá o aviso, o alarma de perigo iminente para quem quiser ver ou ouvir.












mkmouse - Um Rato no Meio do Mundo
P.S.

Hoje, segundo domingo de maio de 2009, 9ª hora

Mãe...
Receba deste filho um grande beijo, um "beijão"!
Um abraço muito apertado, um "abração"!
Tudo vindo do fundo, do fundo do coração!
Pois é com muita saudade que lhe dou esta oração.

mkmouse, alguém cuja mãe agora é apenas uma saudade.

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Queimada (adaptação livre)¹


Protegido pelas grossas paredes no fundo de sua toca
Sente no corpo, a roçar, a fímbria da túnica do anjo a passar.
Veio do nada, de lugar algum, e por sua toca passou
Foi como um som que de tão rápido não soou.
Protegido, para a porta se volta, se enrola,
E esta para fora a tudo olha.

Pensa em seus corajosos amigos a vagar la fora.
O vento não açoita mais verdes capinais cujas agrestes moitas
Acoitavam a perdiz, acoça agora marmóreas noites,
Espigões sem fim, pelos lados de estranhos retângulos rola,
Saindo do nada, corre por retas impecáveis,
Passa por vegetais, alinhados, estáticos a marchar!

Minha porta vê longe e eu vejo a minha porta de longe
Aconchego-me mais ao fundo de minha toca
Cujas plúmbeas e frias paredes fujo tocar.
E a porta minha que tudo via, mostrou-me em seu retângulo
O que eu não via... O céu se iluminou e sem listrões vermelhos!

Não era rubro, mas era doido veloz e incandescente
Aquilo que acordou!... Se veio do norte, do sul, do oriente ou do ocidente
Eu não sei... O que sei é que foi um relâmpago branco e quente, depois silêncio.
Um silêncio tão ruidoso que só o grito da boca do inferno fê-lo calar-se.
Ao urro hediondo seguiu-se o bafo infernal curvando das árvores as comas,
E o falcão de asas recurvas, sublima-se no ar agora vermelho!

O estampido estupendo das queimadas, se enrola de quebrada em quebrada
Galopando pelo ar... Ah!... Se tal chama lavrasse qual Jibóia informe
Que no espaço, vibrando a cauda enorme, ferrasse os dentes no chão!
Haveria uma chance em meio à suas rubras roscas que estortegam matas e espigões
A espadanar o sangue das cascatas e das trilhas betumadas da rôta e infeliz polis!...
Haveria uma chance se fosse o leão ruivo, cuja crina atira desgrenhado aos pampeiros dos céus!...

Mas, neste estranho pugilado, o cedro, a casa e o prédio, tombam queimados...
Retorcendo na hecatombe os braços suplicantes para Deus.
É mais que uma queimada, é mais que uma fornalha, é mais que o inferno!...
Não pula a irara, nem a cascavel chocalha, não há espuma na raiva do tapir!
Não há cume, não há rochedo, nem heliporto, não há nada
Onde a corsa e o tigre, náufragos do medo, possam se unir.

Nem mesmo há mais tigres, corsas, jaguares. iraras, cascavéis ou tapires!...
Não há mais como haver um drama, o último... O augusto...
Pois sumiu em um tremor maldito o último ramo do pau-d'arco adusto!
Mas rubro agora é o céu, recresce mais e mais o calor e o fogo em mares...
E a queimar por fora e por dentro, desaparece a vida milenar...
E quase tudo, senão tudo, se acaba no tempo de um simples acenar.



***-***

¹ Este texto é uma adaptação livre para o relato de uma devastação atômica baseado no poema de Castro Alves, A Queimada, poema este que sugiro a leitura.

Esta ficção relata os primeiros acontecimentos e efeitos no espaço de zero a dez segundos após a detonação de um único artefato nuclear baseado na fusão do hidrogênio a seiscentos metros do solo sobre uma cidade do tamanho da cidade de São Paulo nesta data.

O rato, protagonista do conto, estaria morto assim que visse a luz branca por sua porta se estivesse a menos de mil metros da detonação, ainda que, a centenas metros abaixo da superfície.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Uma Apologia à Hipocrisia Internacional

Nós, os ratos, ouvimos e vemos tantas coisas que às vezes, na maioria das vezes, não temos como no momento formar uma opinião sobre o que acabamos de ver ou ouvir.

Isso é normal em nossa espécie, é o que nos mantém vivos pelo padrão natural das coisas, precisamos de mais conhecimento de causa para formarmos o nosso próprio parecer, entre nós a idade é sinal de conhecimento e normalmente acompanhado por sabedoria, quanto mais antigo é o rato, menos ele precisa ver e ouvir para se posicionar de forma correta para sobreviver por mais um dia.

É algo comum em nossa espécie, aprender com os erros dos outros, é a observação e a avaliação racional dela a nossa maneira de prever o futuro e conhecer a verdade, é tão simples fazer isso que um de nossos maiores espantos é o fato de que o mais importante bípede terrestre não faze-lo.

Espero que seja entendido que tudo o que vemos, ouvimos ou sentimos é analisado de conformidade com o conhecimento que temos adquirido em nosso tempo de vida, qualquer coisa viva na Terra e dela oriunda tem esta capacidade como nativa.

Mas nós, os ratos, consideramos todo o que ouvimos ou vemos inicialmente como boatos ou ilusão, mas...

É, tem um mas...

Temos como verdade a seguinte premissa.: Onde há fumaça, ouve, há ou haverá fogo, sempre!

E o que isso quer dizer?

Simples.

Quando olhamos para uma fumaça teremos sempre a certeza insofismável de uma coisa:

Tem algo acontecendo em algum lugar.

Alguma coisa "queimou" e a "fumaça" esta tentando dizer o que foi que está, foi ou será "queimado".

Por isso não acreditamos na maioria das vezes no que vemos ou ouvimos desde que insólita ou discutível em primeira vista, essa "fumaça" pode ter sido carregada pelo vento, naturalmente ou não, e o que vimos pode ser uma simples miragem também natural ou não.

Isso posto, vamos ao ponto.

Estava eu a curtir com sofreguidão os últimos dias de uma indisposição estomacal com todos os efeitos colaterais disponível para este roedor, quando deparei-me a olhar alguém a discursar e outros a andar como em uma fila indiana por sinal muito bem organizada, o que sem dúvidas chamou a minha miserável atenção, naquele momento dividida entre insistentes sensações de desconforto físico e uma telinha mui longe, perdida nos pés da cama, quase uma mancha falante.

O instinto fez o resto.

Foi para um plano inferior os desconfortos físicos, ou seja, ficou no mundo físico apenas e nada mais, ficando livre o intelecto para avaliar a nova informação.

Em poucos segundos, senão frações, sabia o que estava a ver, era o primeiro dia da Conferência da ONU sobre Racismo em Genebra e quem falava era nada mais, nada menos que o presidente do Irâ, o Sr. Mahmud Ahmadinejad e a fila indiana eram os representantes de países europeus e seus escravos, quer dizer, aliados a abandonar a sala de conferências liderados por não menos que a França, sim meus amigos e amigas, a França, é, aquela da Cidade Luz, aquela que aos brados de Liberdade, Fraternidade e Igualdade pôs dantescas hordas de miseráveis nas ruas e separou a cabeça de muitos do resto do corpo em um acerto de contas completo, geral e irrestrito capaz de fazer inveja ao reino de Satã.

De imediato tudo entendi!É assim que funciona o raciocínio dos ratos, apesar de ouvir em outros idionas o que se falava eu sabia, Sr. Ahmadinejad falara algo contra o "Holocausto judeu". Ele podia falar o que quisesse menos sobre este tema. Negar o Holocausto Judeu é crime na Europa.

Pois é, esta foi a gotas d'agua para este rato, a partir daquele momento tornou-se para mim um fato de credibilidade duvidosa a existência Holocausto.

Esta dúvida se ampara em cinco premissas, a saber:

1º Motivo - A fala do Presidente do Irâ foi em um ambiente que observa a lei de livre expressão do pensamento (pensar e falar alí não é crime seja qual for o tema) e o mesmo ao entrar eu vi e ouvi, foi muito aplaudido por todos exceto por um grupo de pessoas com cores da bandeira dos EUA ou da França, sei lá, e fantasiadas de palhaço a atirar os seu narizes no Presidente Iraniano, o que sem sombras de dúvidas e indiscutivelmente é um arremedo, muito mal feito por sinal, do que foi feito com o antigo (Graças a Deus, ou ainda, Que Ala seja louvado por isso) presidente Norte Americano.

2º Motivo - Eu não conheço nenhuma verdade que precise ser imposta por força ou por lei humana para existir e tudo o que tem uma lei para existir, ou só existe pela imposição da força, tem em si mesmo tudo o que é necessário para não precisar existir na natureza, por conseqüência uma miserável falácia, nada mais.

3º Motivo - Como a verdade existe por si só e não precisa de "muletas" para se sustentar pode ser desafiada quantas vezes for que sempre mostrará a mesma face mas, quando a verdade foge ao desafio de identificar-se nega-se a si mesma e mostra a sua face verdadeira face, a falsidade.

4º Motivo - A verdade é sempre a mesma em todo o lugar não importando se é dia ou noite.

E por fim a ironia final, o atentado terrorista feito à minha inteligência, que neste caso foi de um fracasso total.

5º Motivo - Era uma conferência contra o racismo e o racismo é um dos, senão o maior, fruto da intolerância humana, logo todos os países que saíram ou boicotaram a reunião praticaram a intolerância contra o Sr. Mahmud Ahmadinejad e o país que ele representa, no entanto, eles estavam ali exatamente para fazer o contrário, demonstrar tolerância!

Agora culminando com chave de ouro todos os meus motivos para duvidar da existência do Holocausto, enquanto escrevia o meu 2º motivo li a mensagem que transcrevo abaixo (21/04/2009).:

GENEBRA - Mais de 100 países na conferência global da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o racismo concordaram com uma declaração que pede que o mundo combata a intolerância.

Isso é no mínimo uma piada, se não for só hipocrisia apenas e tão somente.

Como diria qualquer índio da América do Norte a pouco menos de 100 anos.:

- "Estes homens falam com língua de cobra."

Mateus 3,7

Ao ver, porém, que muitos dos fariseus e dos saduceus vinham ao seu batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da cólera vindoura?